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De olho na saúde: como a escola pode ajudar na internalização de bons hábitos?

saude

Doces, lanches, salgadinhos e refrigerantes… esses alimentos nada saudáveis costumam fazer sucesso entre as crianças, assim como as brincadeiras cada vez mais “estáticas”, como videogame, computador e celular.

Apesar de comuns, esses não são hábitos saudáveis e podem comprometer o bem-estar e até o desenvolvimento das crianças. De acordo com estudo recente realizado pela Federação Mundial de Obesidade, o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão acima do peso deve pular de 220 para 268 milhões em menos de uma década. Seguindo a projeção do estudo, estima-se que cerca de 91 milhões desses jovens serão obesos na vida adulta.

Esses são dados preocupantes e que estão diretamente relacionados aos hábitos ruins adotados ainda na primeira infância. Mas, será que a escola pode ajudar na internalização de práticas mais saudáveis? Que tipo de atividade e conteúdo deve ser abordado para conscientizar alunos e pais sobre a importância da alimentação saudável e da prática de atividades físicas?

Para responder essas e outras questões sobre o tema, iremos mostrar na sequência deste artigo como a parceria escola-família pode ajudar as crianças a seguirem bons hábitos, mantendo a saúde em dia e garantindo um desenvolvimento satisfatório.

Hábitos ruins devem ser revistos o quanto antes

Como mencionado no início, alimentos ricos em açúcar e gorduras costumam ser os preferidos pelas crianças. Porém, muitos pequenos nem dão abertura para experimentar outros sabores e acabam adotando esse tipo de alimentação inadequada durante toda a infância. Os pais até tentam, mas após duas ou três negativas acabam desistindo de oferecer verduras e legumes para os filhos. As respostas mais comuns são: não gosto disso ou não quero experimentar.

Claro que essa atitude é muito prejudicial, pois uma alimentação equilibrada, principalmente na infância, é fundamental para que as crianças cresçam saudáveis e distantes de doenças como colesterol e diabetes do tipo 2.

Por isso, é essencial que os pais tenham a consciência do quão importante é deixar esse tipo de alimento longe da dieta das crianças. Claro que eliminá-los de vez não é o mais recomendado. A dica é sempre controlar o consumo e priorizar os alimentos saudáveis, mostrando para os filhos que além de fazer bem para a saúde eles também são saborosos.

Crie receitas diferentes, monte um prato colorido e atraente para a criança. Quanto mais o paladar for estimulado de forma positiva na infância, melhor será os hábitos alimentares do filho no futuro.

O mesmo acontece com a prática de atividades físicas. Brincar e movimentar o corpo devem ser ações estimuladas pelos pais. Por mais que o videogame e o celular estejam presentes na rotina da criança, é importante delimitar o uso para que o pequeno utilize o seu tempo para brincar ao ar livre ou fazer um esporte.

Saúde também se aprende

Vimos que bons hábitos começam a ser ensinados em casa pelos pais, mas a escola também pode contribuir nesse processo. Trabalhar em sala de aula os benefícios dos alimentos, a importância de montar uma lancheira saudável e mostrar as consequências que o abuso de açúcar, gordura e sal pode trazer para a vida são formas de conscientização, principalmente para os alunos do Ensino Fundamental.

Com os mais novos, o trabalho deve ser mais lúdico e incentivar a experimentação. Nessa fase, as crianças estão formando o seu paladar, por isso, historinhas abordando os alimentos, jogos simbólicos e demais atividades ajudam a despertar o interesse dos pequenos e ainda promove o início dessa importante conscientização.

Para adoção de bons hábitos em relação a prática de exercícios, as aulas de Educação Física são excelentes, pois além de apresentar aos alunos atividades esportivas e brincadeiras que estimulam o movimento, temas relacionados ao corpo humano, saúde e desenvolvimento também são trabalhados com o grupo.

Reunimos no artigo de hoje informações sobre a importância de bons hábitos e como a escola pode atuar em parceria com as famílias para garantir a saúde e o bem-estar dos alunos. Aproveite e veja também em nosso blog o post que mostra como a baixa autoestima pode comprometer o aprendizado dos adolescentes.

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