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Saiba como se prevenir do coronavírus na escola

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A escola é um ambiente coletivo, assim como qualquer outro espaço social. Por isso, é fundamental reforçar sempre as medidas que podem evitar a propagação da doença

O ano de 2020 começou com um alerta para a saúde: a doença pelo novo coronavírus 2019 (COVID-19). Por ter acometido milhares de pessoas, no fim de janeiro deste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarou como uma emergência de saúde pública de interesse internacional.

A transmissão acontece de maneira muito simples. Quando uma pessoa tosse ou espirra, pequenas gotículas saem de sua boca ou de seu nariz e se fixam em objetos e superfícies ao redor. Se essa pessoa estiver infectada com o vírus da COVID-19, outras podem contrair a doença ao tocarem esses lugares ou objetos e levar a mão aos olhos, nariz ou boca.

Por isso, os órgãos de saúde não se cansam de divulgar os cuidados que devem ser tomados para prevenir a propagação da infecção viral. As recomendações da OMS são para evitar o contato próximo com qualquer pessoa que apresente sintomas de doenças respiratórias, lavar regularmente as mãos, cobrir boca e nariz ao tossir e espirrar e cozinhar completamente carne e ovos.

Identifique os sintomas da doença pelo novo coronavírus 2019 (COVID-19)

Os sintomas mais comuns são febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem ter dores, congestão nasal, corrimento nasal, dor de garganta ou diarreia. Esses sintomas são leves e começam gradualmente, semelhante a um resfriado comum, podendo evoluir, em casos mais severos, a uma pneumonia.

Vale ressaltar que algumas pessoas infectadas não apresentam sintomas e não se sentem mal. Cerca de 80% se recupera sem precisar de tratamento especial. Por isso, a atenção redobrada, pois a doença pode passar despercebida. Ao menor sinal, procure orientação médica.

COVID-19 no Brasil

O Ministério da Saúde confirmou o primeiro caso no território brasileiro. Um homem de 61 anos, que viajou para o norte da Itália, chegou a São Paulo com os sintomas da doença. Ele procurou o Hospital Israelita Albert Einstein, que fez o teste para detecção de COVID-19 e acusou positivo.

Desde então, o Ministério da Saúde, junto com as secretarias estadual e municipal e saúde de São Paulo, investigam o caso. Nesse momento, os esforços são para acompanhamento das pessoas que tiveram contato com ele – em casa, no hospital e no voo.

Cuidados na escola

Diante dos fatos, para prevenir o coronavírus ou qualquer outra doença respiratória, a escola deve adotar medidas preventivas. Veja:

 Em ambiente escolar,

  • limpeza e desinfecção constante de bebedouros, maçanetas, corrimãos, mesas e carteiras;
  • manutenção de boa ventilação dos ambientes, deixando-os o mais arejados possível;
  • medição de temperatura e solicitação para encaminhamento médico de qualquer colaborador ou estudante que apresente alteração de sua higidez de saúde.

Aos colaboradores e estudantes,

  • lavar frequentemente as mãos com água e sabão, higienizando-as periodicamente com álcool gel;
  • utilizar o bebedouro somente para coleta de água com garrafinhas ou squeeze;
  • cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
  • utilizar lenços descartáveis;
  • evitar tocar olhos, boca e nariz;
  • não compartilhar objetos de uso pessoal (copo, garrafinha, squeeze etc);
  • evitar aglomerações, principalmente em locais pouco arejados.

Em caso de suspeita ou confirmação de COVID-19 de algum aluno ou seu parente, é importante comunicar à escola, encaminhando documento comprobatório expedido pelo médico e/ou hospital que realizou o atendimento. Junto com a documentação, devem ser informados a data de início dos sintomas, as medicações e avaliações médicas, além dos exames realizados e dados sobre a evolução da doença.

Os estudantes doentes, ou sob suspeita de coronavírus, devem permanecer em casa durante o período determinado pelo médico, retornando às atividades escolares somente após nova avaliação e liberação médica.

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