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TEMAS ATUAIS

Temas indispensáveis à formação de uma sociedade crítica e democrática

Escolas fechadas em tempo de coronavírus.

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A doença que começou na China demorou um pouco, mas chegou por aqui. E, com ela, uma série de medidas preventivas, como o cancelamento de aulas

Em 13 de março, o governo do estado de São Paulo anunciou que as escolas públicas e privadas deveriam reduzir as aulas a partir de segunda, 16, com paralisação total a partir de 23 de março. A medida teve como objetivo evitar as transmissões por coronavírus. A ideia era que as aulas fossem mantidas na semana de 16 a 20, com o objetivo de também informar às famílias sobre os próximos passos para que elas se preparassem.

Casos registrados nas escolas

A rede estadual de ensino tem 3,5 milhões de alunos. Na rede municipal, há outros 3 milhões. Nas escolas particulares, estão mais 2 milhões de estudantes. Até o momento do decreto do governador, não havia registros de casos de coronavírus na rede pública de educação paulista. No entanto, já haviam escolas privadas fechadas por causa da doença.

O governo do estado de São Paulo não pretendia cancelar as aulas. A ideia era fazer isso acontecesse daqui a duas semanas, quando poderia haver mais casos da doença. No entanto, o Ministério da Saúde (MS) recomendou que locais onde já existam transmissões comunitárias, ou seja, quando não é possível identificar nenhum vínculo da transmissão (como alguém que viajou para outro país, por exemplo) cancelassem as aulas.

Vale lembrar que São Paulo e Rio de Janeiro foram as primeiras cidades consideradas com esse tipo de transmissão pelo MS desde sexta, 13. A recomendação do Ministério era que as instituições de ensino planejassem “a antecipação de férias, visando reduzir o prejuízo do calendário escolar ou uso de ferramentas de ensino a distância”.

Com quem as crianças vão ficar?

Estar com os avós não é uma boa opção, já que os idosos (acima de 60 anos) constituem grupo de risco em caso de contágio com o novo coronavírus. Além dos mais velhos, asmáticos, pessoas com doenças do coração, fumantes e diabéticos também são alguns dos grupos de risco que estão mais suscetíveis a pegar a COVID-19.

O novo coronavírus é parente do vírus causador da SARS (sigla inglesa para síndrome respiratória aguda grave). Pacientes com doenças mais debilitantes, normalmente, têm baixa imunidade, aumentando o risco do vírus se multiplicar nos pulmões e provocar pneumonia.

E, lembre-se, febre, tosse e dificuldade para respirar são os principais sintomas da COVID-19. Procure imediatamente um médico se tiver dificuldade para respirar.

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