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TEMAS ATUAIS

Temas indispensáveis à formação de uma sociedade crítica e democrática

Desenvolvimento dos potenciais dos alunos, como isso muda o futuro

O papel da escola é unir a excelência acadêmica aos valores humanistas, visando à formação de estudantes responsáveis, autônomos, comprometidos com seu aprendizado e conscientes de onde estão e aonde podem chegar. Esta visão permite ao jovem escolher por um futuro repleto de boas possibilidades.

No entanto, cada ser humano leva consigo habilidades, potenciais e dificuldades, que diferenciam e tornam únicos cada aluno. Um fator que vem sendo questionado nas escolas brasileiras é como fazer com que os alunos cheguem ao ponto no qual consigam ser produtivos, reflexivos, críticos e autônomos no processo de aprendizagem.

Sempre haverá na sala de aula, o estudante que aprende com mais rapidez, outros que demoram um pouco mais; aqueles que amam ler e outros que encontram muita dificuldade para realizar a leitura de um texto simples. Diante desta realidade, o professor surge com a missão de olhar individualmente para cada aluno, reconhecendo suas habilidades e dificuldades, a fim de levá-lo a alcançar o seu potencial máximo, ou chegar perto disso.

Com muita sensibilidade, o educador precisa estar ciente de que nem todos os alunos chegarão ao mesmo ponto de aprendizado ao mesmo tempo. O que torna ainda mais importante o respeito às diferenças de cada indivíduo e saber identificar o limite de cada um.


Zona de conhecimento proximal: levando o aluno a desenvolver o seu potencial

O psicólogo bielorrusso Lev Vygotsky, é autor do conceito da zona proximal – distância entre as práticas que uma criança já domina e as atividades nas quais ela ainda depende de ajuda de um mediador.

Para Vygotsky, é no caminho entre esses dois pontos que o aluno pode se desenvolver mentalmente por meio da interação e da troca de experiências. Não basta, portanto, determinar o que um aluno já aprendeu para avaliar o seu desempenho.

Seguindo a concepção Vygotskiana, é importante que o professor em sala de aula assuma o papel de mediador decisivo, incentivando a integração dos alunos de diferentes níveis em atividades em grupo, por exemplo. Os alunos mais experientes desenvolvem suas habilidades de autonomia, autoconfiança e autoconhecimento, ao mesmo tempo em que ajudam o colega, com menos experiência, a internalizar os conteúdos e habilidades expostas na atividade.

Outro ponto importantíssimo no conceito da zona proximal é conhecer o limite. Haverá momentos nos quais a criança não consegue realizar a tarefa, nem com ajuda ou supervisão de quem quer que seja. É o papel do educador nesta situação determinar o que os alunos podem fazer sozinhos ou o que devem trabalhar em grupos, avaliar quais atividades precisam de acompanhamento e decidir quais exercícios ainda são inviáveis mesmo com assistência, visando proporcionar o máximo de desenvolvimento potencial de cada estudante.


Aonde eu quero chegar?   

Para que o aluno alcance o melhor de si, é importante que ele tenha a clareza sobre os objetivos e as exigências de cada atividade proposta a ele. Nesta concepção, o aluno tem que participar da construção do conhecimento e saber “onde está”, “para onde vai” e, principalmente, “como chegar lá”.

Com autonomia para integrar, com a mediação do educador, o processo de aprendizagem, desenvolvendo habilidades e internalizando conteúdos, o aluno, ao chegar às séries finais do Ensino Fundamental e Médio, estará apto para buscar soluções – acadêmicas, pessoais ou profissionais – de forma autônoma, por meio do uso do raciocínio lógico. Além disso, o trabalho com as habilidades de autocontrole e autoconhecimento, aliadas a habilidades sociais, almeja formar jovens responsáveis e cientes de suas responsabilidades como membros de uma sociedade.

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