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TEMAS ATUAIS

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Cultura maker na escola. Você sabe do que se trata?

Cultura maker

Esse movimento vem ganhando força na educação. Ele faz com que os alunos testem suas ideias colocando a mão na massa. Conheça:

Maker é uma palavra de origem inglesa que significa “fazer”. A ideia da cultura maker é justamente essa: colocar a mão na massa. Nas escolas, a intenção é desenvolver nos alunos colaboração, comunicação e, sobretudo, posicioná-lo no centro do processo de aprendizagem.

Tudo começou na década de 1990, com as primeiras plataformas de robótica educativa, que depois viraram o Lego Mindstorm. Em seguida, nos anos 2000, veio o momento do fablab – espaço de experimentação que permite aos usuários criar seus protótipos de um jeito rápido e barato, o que muda não só os processos de produção, mas traz também novas e ricas oportunidades de aprendizado. Naquele momento, o fablab era direcionado apenas para universidades e empreendedores

Em 2008, um terceiro momento surgiu com Paulo Blikstein, professor de Stanford, criador do Fablab@School, ou seja, fablabs dentro da escola. Desde então, ele implanta laboratórios de fabricação digital, equipados com impressoras 3D, cortadoras a laser e dispositivos de robótica, e avalia o impacto que esses espaços promovem na educação. “Fizemos em Moscou, nos EUA, na Tailândia, no México e na Dinamarca”, conta. (fonte: http://porvir.org/em-5-ou-10-anos-toda-sala-de-aula-sera-um-fablab/)

Cultura maker na área da construção

Com a introdução da cultura maker no ambiente escolar, as expressões do-it-yourself (DIY, ou faça você mesmo), hands on (no popular, mão na massa), maker movement (movimento maker) começaram a se populares nos últimos anos, (fonte: https://www.revistaeducacao.com.br/cultura-maker-escolas/)

No Colégio Marupiara, as crianças de Educação Infantil estão acostumadas a construir seus jogos e seus brinquedos na área da construção com materiais recicláveis que a escola arrecada. Segundo a psicóloga Adriana Klisys, diretora da consultoria Caleidoscópio Brincadeira e Arte, “quando a criança tem à disposição uma variedade grande de materiais, a capacidade de inventar é valorizada e alimentada”.

A sucata na Educação Infantil faz sentido quando as crianças podem explorar os materiais. E elas fazem isso de diferentes maneiras: pondo na boca, examinando a textura, batendo em superfícies para ver se sai algum som, testando a resistência com as mãos e com os pés – e, claro, deixando a imaginação rolar. (fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/8658/qual-o-lugar-da-sucata-na-escola). No Marupiara, esse é um dos momentos em que elas testam suas hipóteses e usam a própria criatividade, uma das premissas na cultura maker.

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