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TEMAS ATUAIS

Temas indispensáveis à formação de uma sociedade crítica e democrática

Conquistar o rigor acadêmico e fazer os alunos darem “tudo de si”

Conquistar o rigor academico - Marupiara

Quando se fala em rigor acadêmico, muitos ainda pensam na educação opressora do início do século passado, na qual os professores, tentando ensinar a todo custo aos alunos, tinham atitudes que nada se assemelham ao conceito real de educação.

Rigor acadêmico, nos dias de hoje, se refere ao conjunto de esforços da escola voltados para estimular o aluno a se dedicar aos estudos. O rigor exigido em sala de aula se distingue da ideia de rigor como dureza ou inflexibilidade.

Há duas principais vertentes sobre esse conceito. Uma que diz que rigor é a exigência, a regra, a imposição e, muitas vezes, passa a ideia da exigência pela exigência, da regra pela regra. A segunda vertente, muito mais apropriada para a educação, tem o rigor como a postura que se espera do estudante, abordando o rigor intelectual, ou melhor, o comprometimento do estudante com o conhecimento.

A expressão utilizada pelo educador Paulo Freire – Ensinar exige rigorosidade metódica – esclarece que ensinar não se encerra na transmissão superficial do conteúdo, mas compreende criar condições nas quais seja possível aprender criticamente. Nesse sentido, proporcionar essas condições demanda educadores e educandos instigadores, inquietos, curiosos, humildes e persistentes.

Era comum, em instituições de ensino do século passado, o aluno ter pouca participação no processo de aprendizagem, o professor falava e o aluno ouvia. Havia uma obediência cega aos professores. A evolução da educação fez com que as instituições entendam que todos – alunos e educadores – são seres pensantes e que o estudante tem de participar da construção do conhecimento e saber “onde está”, “para onde vai” e, principalmente, “como chegar lá”.

Como estimular os alunos a darem o melhor de si?

Para que o aluno tenha a postura esperada e “dê o seu melhor”, a escola precisa formá-lo e  informá-lo sobre as expectativas da instituição em relação ao seu desempenho. Para que os objetivos fiquem claros para o aluno, a equipe docente precisa lhe explicar o que ele deve conseguir fazer. A composição da nota e as habilidades que ela implica não devem ser um mistério para o estudante, mas sim algo que ele tenha pleno conhecimento.

Para isso, é interessante que as instituições de ensino contem não apenas com expectativas de aprendizagem claras e compartilhadas com o alunos, mas, também, com procedimentos que permitem que ele compreenda a mensuração da sua performance, especialmente pela realização das avaliações formativas.

A avaliação formativa consiste em ferramentas de que o professor se vale para mensurar o aprendizado do aluno durante o processo e, para ser efetiva,  a avaliação formativa precisa suscitar duas ações por parte do professor. A primeira é avaliar o desempenho do aluno e realinhar suas estratégias, quando necessário. E a segunda é informar o aluno, tornando-o partícipe do processo. Assim, o estudante tem um retorno claro sobre o que aprendeu, o que precisa melhorar e como pode melhorar.

Já a avaliação somativa é a que permite que o aluno receba um feedback de seu desempenho, ao final do processo, por meio de notas e observações dos educadores.

A equipe pedagógica também deve dar o seu melhor

A excelência no ensino está diretamente ligada à formação contínua de professores e equipe pedagógica, por isso, promover a formação em serviço, com reuniões de instrução dentro da grade horária dos professores é um diferencial importante nas escolas.

Esses encontros, são oportunidades que a equipe tem para expandir seus conhecimentos, aprimorar suas práticas e trocar experiências com outros profissionais para que, ao dar andamento às suas atividades em sala de aula, possam dar o seu melhor aos estudantes.

 

 

 

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