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Bullying e intolerância: como os educadores podem ajudar a vencer essas questões na sala de aula?

Bullyng

Com a popularização do acesso à internet, muitas pessoas tiveram a oportunidade de se expressar e, com isso, movimentos de empoderamento das minorias e a erradicação do preconceito nos mais diversos contextos começaram a ganhar força.

No entanto, o espaço das redes sociais destinado a liberdade de expressão também recebe um lado negativo, que é a disseminação do ódio e da intolerância, ações geralmente realizadas por pessoas que aproveitam o mundo digital para serem preconceituosas, com a garantia de que suas identidades não serão reveladas com facilidade.

Esses dois mundos, do empoderamento e da intolerância, fazem parte da vida dos jovens do século XXI, que carregam todas essas informações na palma de suas mãos. Diante dessa realidade, como os educadores podem ajudar a acabar com as situações de bullying e intolerância ainda tão presentes na sala de aula?

No artigo a seguir, vamos abordar algumas ações que devem ser guiadas pelos educadores a fim de acabar com esses comportamentos e atitudes negativas dentro e fora da escola.

Reconhecendo o bullying em sala de aula

Com inúmeros conteúdos a serem ensinados para os alunos, é difícil os professores perceberem tudo o que acontece na classe. Porém, a percepção dele é essencial para que as práticas de bullying sejam identificadas. Nem sempre o aluno que sofre alguma perseguição dos colegas terá a coragem de contar para o professor ou para os pais o que está acontecendo.

Sendo assim, é fundamental que o educador consiga olhar para os alunos além do seu desempenho escolar. Ao projetar atividades em grupo, por exemplo, o professor consegue analisar se há uma divisão na sala e se um ou mais estudantes são excluídos com frequência pela maioria.

Esse isolamento pode representar  situações de bullying ou de preconceito, por isso, o olhar atento do educador é essencial para ajudar a vencer essas questões dentro e fora do ambiente escolar.

Desenvolvendo o respeito e a tolerância

Para ensinar valores e orientar os alunos para serem tolerantes com as diferenças, é preciso que os educadores planejem e coloquem em prática ações que ajudam a desenvolver esses comportamentos e atitudes nos jovens.

De acordo com Maria Tereza Maldonado, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio e especialista em Bullying, criar “contratos de convivência”, nos quais se discute claramente o que é aceitável e o que não é nos relacionamentos que ocorrem no ambiente escolar, e colocar consequências, tais como reparação dos danos, quando os “acordos de bom convívio” não são respeitados, é uma maneira efetiva de vencer o bullying e a intolerância nas escolas.

Promover a comunicação entre os estudantes em sala de aula e desenvolver atividades que despertem nos alunos o sentimento de importar-se com outro, são exemplos de ações que ajudam a despertar relações afetivas entre o grupo, baseadas na escuta, apoio mútuo, vínculo interpessoal positivo e na cooperação.

Com essa aproximação, o educador consegue integrar os alunos, permitindo que eles conheçam e respeitem a alteridade do próximo, fazendo com que diminua ou até elimine os ataques de bullying entre os estudantes.

Mostramos neste artigo a importância do professor para que os alunos assumam uma postura respeitosa e tolerante com os seus colegas. A participação e o incentivo dos pais também é extremamente importante para que essas ações alcancem o resultado esperado.

Para continuar por dentro das dicas de educação de crianças e jovens, não deixe de acompanhar as próximas postagens do nosso blog!

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