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Baixa autoestima pode comprometer o aprendizado dos adolescentes?

baixa auto estima

A adolescência é um período marcado por muitas mudanças. O processo entre a infância e a vida adulta transforma o corpo, a mente e as emoções dos jovens. Apesar da faixa etária ser conhecida pela energia positiva e vontade de descobrir o novo, alguns comportamentos diferentes podem surgir impulsionados pelas desafiadoras experiências que o jovem enfrenta, como aceitação dos amigos e os temidos padrões impostos pela sociedade.

Não se encaixar em um grupo nesta fase da vida não gera apenas uma frustração momentânea. Há adolescentes que apresentam baixa autoestima e até desenvolvem problemas como ansiedade e depressão. Todos esses fatores nem sempre são compartilhados com os pais, por isso, um dos sinais de alerta para as famílias é quando os professores relatam a queda no desempenho escolar do jovem.

Mas, será que a baixa autoestima pode de fato comprometer o aprendizado dos adolescentes? Problemas como ansiedade atrapalham o jovem na escola? O que fazer se o seu filho estiver passando por uma situação semelhante? Na sequência deste artigo, iremos abordar dúvidas como estas e mostrar porque é importante estar sempre atento ao bem-estar dos jovens.

Depressão e baixa autoestima estão se tornando comuns na adolescência

Como mencionado no início, a adolescência é uma fase repleta de mudanças avassaladoras. O corpo muda, as emoções ficam à flor da pele e o jovem tenta a todo o momento encontrar o seu lugar nesse mundo que não é mais infantil, mas também ainda não é adulto.

Em muitos casos, a leveza com que o jovem encarava a vida anos atrás dá espaço para uma série de incertezas, medos e aflições. Quando isso acontece, é comum surgir a baixa autoestima e a ansiedade, que dependendo da intensidade podem levar a situações ainda mais preocupantes. Hoje, estima-se que um em cada cinco jovens entre 12 e 18 anos apresentam sintomas de depressão.

Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento destes problemas, como bullying, dificuldade para lidar com as frustrações, autocobrança para se encaixar em um padrão, busca por um desempenho escolar de excelência ou pressão para escolher uma carreira de sucesso.

Independentemente de quais sejam os motivos, é fundamental que os pais fiquem atentos ao comportamento do filho, converse bastante com o jovem e busque maneiras efetivas de ajudá-lo a superar esses problemas. Em muitos casos, a escola é a primeira a identificar que algo não anda bem, pois o estudante com baixa autoestima ou com problemas de ansiedade e depressão tende a apresentar uma queda de rendimento, e os pais costumam ser comunicados nesses casos.

Apoio da família, amigos e educadores é fundamental para a recuperação do jovem

Mesmo sendo problemas comuns, pouco se fala sobre baixa autoestima, depressão e ansiedade na adolescência. Jovens que passam por essas situações costumam ter vergonha de compartilhar com os amigos o que está acontecendo. Há também o medo dos julgamentos e do bullying.

Mas, a “corrente do bem” é fundamental para que o adolescente se recupere, volte a desfrutar do melhor da sua juventude com saúde e retome o seu bom desempenho escolar. Pais, amigos, professores e profissionais da saúde que acompanham o jovem devem mostrar para ele que é possível superar essa fase e que ele não está sozinho nessa luta.

Ao perceber o seu filho diferente, com comportamentos que não eram da sua personalidade, converse, pergunte e não julgue o jovem sem saber o que ele está passando. Mesmo que ele esteja tentando manter um bom rendimento na escola, essas situações podem acabar comprometendo a concentração durante as aulas. A empatia e o amor ajudarão o seu filho a vencer essas barreiras e voltar a ter um sorriso no rosto.

Para continuar por dentro dos assuntos relacionados à educação de crianças e adolescentes, acompanhe as próximas postagens do nosso blog!

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