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TEMAS ATUAIS

Temas indispensáveis à formação de uma sociedade crítica e democrática

Aprovado ou reprovado? É hora de refletir sobre o desempenho

aprovado

Fim de ano é momento de alegria para alguns e tristeza para outros. É bem verdade que a notícia da retenção não é agradável, mas ela deve ser encarada como uma nova oportunidade

O encerramento do ano escolar traz com ele os resultados finais. Há quem tenha passado direto, há quem já sabe que ficou retido e também há os que ainda estejam em aulas de recuperação. Seja lá qual tenha sido a notícia de fim de ano, é momento de reflexão sobre toda a aprendizagem.

Ao longo do ano, as notas e os conceitos foram apresentados aos estudantes e aos pais. Por isso, não deve haver grandes surpresas agora. Afinal, a avaliação escolar serve para diagnosticar o que os alunos sabem sobre determinado conteúdo. Provas, desafios orais, fichamentos e redações são alguns dos instrumentos utilizados para essa verificação.

Em caso de reprovação, é hora de compreender tudo o que aconteceu para chegar até ali e encarar o ano seguinte como uma oportunidade de crescimento. Não apenas na vida escolar, mas como uma lição para a vida: quando não conseguimos conquistar algum objetivo, podemos sempre tentar de novo.

Apoio da família

Lidar com a reprovação é algo que depende muito da postura dos pais. Já é pesado demais para o aluno carregar a culpa pelo fracasso. Isso não quer dizer passar a mão na cabeça do filho e nem celebrar a derrota. Mas, ser considerado “burro” ou incapaz mexe com a autoestima de crianças e adolescentes. Por isso, é importante que a família e a escola afastem o rótulo comum a quem repete o ano.

Aproveite esse momento para traçar uma estratégia para o ano seguinte. O que fazer: mudar de escola, contratar aulas de reforço, procurar outros profissionais (médico, fonoaudiólogo, psicólogo)? Cada caso é muito particular, pois os motivos da reprovação podem ter sido por motivos diversos. Alinhe com a escola suas decisões.

Trace um plano de estudos junto com seu filho. Assim, ele não se sentirá sobrecarregado da responsabilidade de ter de se sair bem. Esse sentimento, inclusive, é algo que pode até o bloquear na hora de fazer as atividades escolares. Nada de imposição e medo. Crianças e adolescentes sentem mais prazer com as atividades realizadas fora da escola e necessitam de apoio para resolver o que os incomoda.

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