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Alunos como protagonistas do aprendizado

Alunos como protagonistas do aprendizado | Marupiara

A educação vem encontrando muitos desafios no século XXI. O processo de aprendizagem tradicional, em que o professor repassa um conteúdo pronto para os alunos que nunca foram questionados sobre a vontade de aprender, está sendo transformado por muitas instituições de ensino brasileiras.

Atualmente, os alunos mantém uma postura ativa fora do contexto escolar e estão totalmente imersos nas transformações e nos avanços tecnológicos. Esses alunos chegam à sala de aula com diversas informações e julgamentos. No entanto, muitas escolas não estão preparadas para essa nova postura e se restringem a transmissão de conteúdo.

Ao colocar o aluno apenas como receptor de determinados conhecimentos, a escola está limitando a capacidade da criança ou do jovem de conectar seus conhecimentos prévios e vivências ao conteúdo escolar e debatê-los.
Em um novo processo de educação, as experiências pessoais são consideradas e servem como conteúdo de aprendizado, utilizadas para exemplificar as teorias. E o que os alunos aprendem em sala de aula também se estende para outros contextos, sendo úteis em diversas situações e experiências vividas dentro e fora da escola.
Nesse sentido, algumas instituições vem adotando uma proposta pedagógica voltada à valorização da aprendizagem ativa e o espírito investigativo, criando condições para que o aluno seja autor e ator no processo de aprendizagem.

Ensinar como se aprende

Ao oferecer uma proposta pedagógica que tem o aluno como protagonista do aprendizado, a escola desperta algumas dúvidas, principalmente nos pais. Meu filho aprenderá o que quiser? Isso vai mudar o ensino tradicional? Não vai ficar uma bagunça? Como eles vão aprender os conteúdos exigidos pela legislação?
Essas dúvidas são comuns. Porém, colocar o estudante no centro do aprendizado não quer dizer que ele só aprenderá o que quiser ou que o professor não estará presente para mediar o ensino.
Como afirma o educador pernambucano Paulo Freire, “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção”. Com isso, mais do que repassar conteúdos, o papel do professor está  atrelado a abrir caminhos.
Aprender deve ser um processo prazeroso e de descoberta para os alunos, independentemente da faixa etária. Promover aulas mais participativas, nas quais o aluno seja ouvido e haja interação entre a classe e o professor possibilita que o jovem se reconheça como peça fundamental no processo de aprendizagem.
Além disso, os professores têm hoje a possibilidade de alinhar os recursos tecnológicos à metodologias e práticas que propiciam o protagonismo dos estudantes na aprendizagem e na construção do conhecimento a partir de pontos de interesse do aluno, da discussão e da colaboração.

Por fim, é importante ressaltar que toda a equipe pedagógica precisa conhecer e se adequar à realidade moderna, aos interesses, características e habilidades peculiares dos alunos do século XXI, estando prontos a ensinar e também abertos a aprender.

ONE COMMENT

  • Ana Paula Silva dos Santos disse:

    Atualmente a perspectiva de ensino é globalizante em que o conhecimento é como instrumento para compreensão e intervenção na realidade.

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